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Alvenaria Estrutural na Construção Civil: Processo de Amarração

É parte essencial na alvenaria estrutural a chamada “amarração”, processo que confere mais firmeza às partes da construção. Em termos práticos, trata-se de literalmente amarrar uma parte à outra, e evitar danos no final.

 

Como funciona

Cada construção é formada por partes diversas, levantadas em etapas. Primeiramente a estrutura, composta sobretudo por ferro específico e concreto; depois, as paredes em alvenaria, formadas por tijolos e concreto; e após vem ainda a parte de reboco e por fim acabamentos.

O problema é que cada tipo de material “trabalha” de forma própria, ou seja, trazendo o conceito da física para compreender, trata-se da movimentação que o material desempenha frente a forças externas sobre ele, como ventos, veículos pesados que causam leves tremores ao transitarem na via, expansão e contração devido às oscilações de temperatura, etc.

Assim, é necessário “amarrar” as partes para que elas trabalhem juntas, pois se cada parte trabalhar separadamente isso causará fissuras e trincados no reboco, que é a “cobertura” das paredes. Isso pode comprometer a construção tanto esteticamente quanto na segurança do local como um todo.

Na prática, essa junção entre estrutura e alvenaria (as paredes) é feita hoje em maior parte com as chamadas “telas de amarração”, em PVC ou metal, que são dispostas entre as duas partes e juntadas com concreto, unindo-as. O mesmo processo também pode ser feito com pequenas barras de aço, prendidas no pilar da estrutura e na junta da alvenaria, o que é bem mais trabalhoso. Dessa forma, com a difusão da “amarração”, que é muito mais prática e usual, esse segundo processo vem caindo em desuso.

 

 

Em resumo, pode parecer um detalhe simples, mas executá-lo da forma correta demonstra organização e excelência na obra, e fará uma grande diferença no final, evitando muitos prejuízos e transtornos com manutenção.

 

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